Tuesday, November 10, 2009

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Eu cito Clarice, para compartilhar o que é bom!

Monday, November 02, 2009

Nadar é preciso!


Então, outro dia estava saindo da natação e como sempre com a alma lavada, aquela moleza no corpo gostosaaaaaaa e pensei no cá com os meus botões “como eu gostos disso”. Nunca gostei muito de academia, sempre faço pacotes dizendo que vou ser disciplinada, vou duas vezes e nunca mais. Mais natação não, saio da água querendo mais e isso sempre foi assim.
Natação é completo e sem atrito, acalma, faz muito bem para o corpo e ajuda a respiração. Tu fica lá, tentando fazer aquilo que tu faz sempre cada vez mais rápido e com toda a concentração do mundo voltada para aquilo, logo ajuda na concentração também. E o engraçado é que nem sempre percebi o quanto eu gosto disso e o quanto me faz bem. Comecei a nadar muito nova, entre idas e vindas faz quase 26 anos nadando. Na infância era a alegria, na adolescência era o motivo para continuar a patota do colégio (e obvio para ver os guris). Comecei a nadar porque gostava aos 20, mas às vezes penso, “por que não leva-vá a serio!? O Brasil pode ter perdido sua Stephanie Rice”, hehehe. Brincadeiras a parte, todos os que tiverem a oportunidade deveriam nadar e aprender todos os seus estilos. Nadar é com certeza uma habilidade que nasce com a gente (na minha humilde opinião, na hora do desespero tu aprende na marra!), há relatos da atividade á mais de 7000 mil anos e a natação como atividade desportiva sempre esteve nas Olimpíadas da era moderna.
Enfim, nado porque são 2000metros de pensamentos azuis e o azul acalma a alma e o exercício faz bem para o corpo. Afinal, MENS SANA IN CORPORE SANO.

Para os que se entusiasmaram nesses dias de calor deixo as minhas dicas:
  • procure uma piscina sem cloro e que seja tratada com sal;
  • na mochila, sempre leve um creme para pentear e hidratante (claro não esquecendo o essencial, xampu, sabonete, pente, toalha e chinelo de borracha)
  • tocas de silicone são melhores que as de pano;
  • os óculos tipo sueco são feios, mas são muito bons, prefira o de lente transparente;
  • roupão é coisa de velho e de criança e ocupa um lugar absurdo na mochila;
  • o maiô, quanto mais fechado nas costas melhor;
  • homens, bermudas de banho são uma afronta, prefiram as sungas.

Friday, October 16, 2009

Silencio

Como é difícil o silencio! Ai, ai... Principalmente para uma pessoa comunicativa, que fala o que deve e muitas vezes o que não deve, como eu. Tenho andado por lugares e caminhos novos, onde eu não quero falar, onde não quero me expor, onde eu não quero nada além daquilo que já tinho e os meus objetivos, e somente isso! É uma arte, exercer silencio. Não me expor com as palavras, não “ganhar intimidade”. Manter-me calada é um exercício diário do qual venho me dedicando intensamente. Ainda não descobri quais são as suas vantagens, mas sei muito bem quais são as dês. Não quero que ninguém saiba da minha vida, do meu passado e do meu futuro. Então me calo! Fase introspectiva, mas feliz. Egoísta, talvez! Mas quem não é!? O silencio me faz olhar para dentro e gosto do que vejo, somente eu! Quem sabe este tempo faça com que eu encontre a ponderação entre o falar em demasia e o calar!? Vai que ai esteja o segredo da arte que é o silencio. Afinal quem quer meias palavras ou palavras meias?
...

“Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito”

-Para Ver as Meninas/Marisa Monte-

Sunday, September 27, 2009

4 frases sobre o mesmo tema...

"É fazendo merda que se aduba a vida."

"Quem come muito, cagâ muito."

"Intimidade é uma merda."


"Mais grudado que bosta em sola de tamanco."


Thursday, September 17, 2009

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E o quê fazer quando não temos mais nenhuma carta da manga!?

Monday, September 14, 2009

INTENSIDADE

Estava conversando com a Carol e com a Fá sobre criação dos filhos, ambas, marinheiras de primeira viagem e eu uma completa estranha no assunto (salva só pelo fato de ser tia e madrinha da Luísa). Bem estava me sentindo um peixe fora da água, fato normal toda vez que entro em um assunto onde não tenho domínio. Bem a minha prima (Carol) de repente fala “só não quero ser uma daquelas mães que vão às festas e deixam os filhos deitados nas cadeira” a Fá concordou, e eu fiquei pensando, pensando... e não me contive “eu acho que eu deixaria meu filho(a) na cadeira e continuaria aproveitando a festa”. A Carol só responde “é claro que tu faria isto, é a tua cara”. Juro... me senti culpada, pensei na cena, com os filhos que eu ainda não tenho e nem sei se vou ter, e ela continuou e se a festa estivesse ruim tu seria a primeira a dizer “fulano, estou indo, obrigada por tudo e blá blá blá” e ia embora sem menor culpa. Meu raciocínio foi além da maternidade e pensei sobre mim e o quanto a ela me conhece para dizer uma coisa dessas. Mas é a pura verdade, sou intensa até dizer chega. Se gosto, gosto. Se odeio, odeio. Se quero vou atrás e se não quero, agradeço e vou embora... sou 8 ou 80, não sei ser mais, nem menos! Não sei calar e não sei deixar para depois. Em algum momento eu acho que acabei me esquecendo disso e de toda essa intensidade que faz o meu ser e de tudo que me faz ser eu mesma... sem mascaras ou maquiagem. Intensa e tensa com a cara lavada.
...
Quanto a maternidade, ainda tenho muito tempo para pensar no assunto! Não existe uma regra que diga, tu tem que ter os filhos dentro dos vinte. Cada mulher tem o seu tempo! E apesar de babar os bebes alheios e todos sorrirem para mim, minha hora definitivamente, não é agora! Mas depois dos 30 e alguns vai... hehehe

Friday, September 04, 2009

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...vinho vai e vinho vem, e entre as teorias e os devaneios sobre esta vida mundana, nos pegamos conversando sobre o que é a felicidade. Uma garrafa depois a conclusão é óbvia "NÃO SE PODE SER FELIZ NA INFELICIDADE ALHEIA"!